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27 de março de 2015

Tudo ou quase tudo sobre... Noradrenalina ou norepinefrina


O papel da noradrenalina no controle do stress.

O corpo humano depende de uma série de substâncias para desempenhar as suas funções essenciais. Neurotransmissores e hormonas são as substâncias que controlam os sistemas e processos do corpo. 



Neurotransmissores são substâncias químicas produzidas pelos neurónios, as células do sistema nervoso responsáveis pela condução do impulso nervoso. Através delas, podem enviar informações a outras células. Podem também estimular a continuidade de um impulso ou efectuar a reacção final no órgão ou músculo alvo. Os neurotransmissores agem nas sinapses, que são o ponto de junção do neurónio com outra célula.





As hormonas regulam o ritmo cardíaco e a respiração. Fazem com que se adormeça à noite e se acorde de manhã. Controlam a pressão arterial, constroem os ossos, mantêm o tónus muscular e lubrificam as articulações.
Entre várias outras funções, controlam o stress, previnem a fadiga, acalmam a ansiedade e melhoram a depressão.


A noradrenalina actua como neurotransmissor e como hormona. Consequentemente, o seu papel é indispensável para o funcionamento normal do corpo e do cérebro.

A noradrenalina desempenha um papel muito importante na resposta ao stress. A resposta de "luta ou fuga" é coordenada pela adrenalina e pela noradrenalina. No entanto, a noradrenalina está mais envolvida na manutenção de funções como os batimentos cardíacos, a pressão sanguínea, a glicemia e a resposta a ameaças. A noradrenalina é segregada pelas glândulas adrenais e é produzida nas terminações nervosas do sistema autónomo simpático.


Luta ou fuga

A resposta de "luta ou fuga" existe para preparar o corpo para reagir a uma ameaça ou situação de stress. A noradrenalina participa desse processo aumentando a glicemia, dilatando os brônquios e convertendo as gorduras corporais em ácidos gordos livres. Os batimentos cardíacos e a pressão sanguínea aumentam. 
A secreção de noradrenalina coordena a comunicação que ocorre nas fibras simpáticas. As terminações desse segmento do sistema nervoso autónomo libertam esse neurotransmissor. Sinais de resposta são transmitidos das terminações nervosas para outras células, que propagam os sinais até as células efetoras.


Processos cerebrais

Os efeitos da noradrenalina no cérebro envolvem áreas que regulam a atenção, o sono, a aprendizagem e as emoções. Quando libertada, a noradrenalina estimula centros emocionais e cognitivos do cérebro. A produção em quantidades normais gera uma sensação de bem estar ou de euforia. A noradrenalina é sintetizada a partir da dopamina - outro neurotransmissor - e o aminoácido tirosina. 
Certos alimentos, como amêndoas, maçãs, castanhas e grãos fornecem as substâncias necessárias para a produção da noradrenalina.


Depressão

O papel estimulante da noradrenalina sobre o corpo e o cérebro depende de uma disponibilidade mínima da substância, suficiente para garantir as funções mentais e emocionais. Quando níveis baixos de noradrenalina estão presentes, os sintomas de depressão podem aparecer. O indivíduo pode ficar menos alerta e apresentar baixos níveis de energia. Problemas de memória e perda de interesse em actividades quotidianas também são sintomas. Uma variedade de medicamentos utilizados no tratamento de sintomas da depressão foram desenvolvidos para restaurar os níveis de dopamina e noradrenalina, recuperando o equilíbrio químico normal no cérebro.


Hiperexcitabilidade

Assim como níveis baixos de noradrenalina podem causar sintomas de depressão, níveis muito elevados podem resultar numa sensação persistente de hiperexcitabilidade. 
Sensações de hiperexcitabilidade podem causar ansiedade, irritabilidade e inquietação
Efeitos físicos podem manifestar-se, como tensões musculares, tremores e aumento da frequência cardíaca

Quando essa condição persiste, desordens psicológicas relacionadas com a ansiedade podem desenvolver-se. Em casos de níveis muito elevados de noradrenalina, o indivíduo pode sofrer um ataque de pânico. Os sintomas apresentados num ataque de pânico - sudorese, hiperventilação, frequência cardíaca elevada e tremores - são sintomas dos efeitos da noradrenalina no cérebro e no corpo.


Medula adrenal 

As glândulas supra-renais, localizadas uma sobre cada rim, são constituídas por dois tecidos secretores bastante distintos. Um deles forma a parte externa da glândula, o córtex, enquanto o outro forma a porção mais interna, a medula.

A medula adrenal produz duas hormonas principais: a adrenalina (ou epinefrina) e a noradrenalina (ou norepinefrina). Estas duas hormonas são quimicamente semelhantes, produzidas a partir de modificações bioquímicas no aminoácido tirosina.


Quando uma pessoa vive uma situação de stress (susto, situações de grande emoção etc.), o sistema nervoso estimula a medula adrenal a libertar adrenalina no sangue. Sob a ação dessa hormona, os vasos sanguíneos da pele contraem-se e a pessoa fica pálida; o sangue passa a concentrar-se nos músculos e nos órgãos internos, preparando o organismo para uma resposta vigorosa.


A adrenalina também produz taquicardia (aumento do ritmo cardíaco), aumento da pressão arterial e maior excitabilidade do sistema nervoso. Essas alterações metabólicas permitem que o organismo dê uma resposta rápida à situação de emergência.

A noradrenalina é libertada em doses mais ou menos constantes pela medula adrenal, independentemente da libertação de adrenalina. A sua principal função é manter a pressão sanguínea em níveis normais.


Alimentos ricos em noradrenalina

  • leite
  • peixe gordo rico em ómega 3 - salmão, cavala, sardinha, etc.
  • frutas - melancia, maçã, melão
  • espinafres e outras verduras
  • requeijão
  • chocolate amargo

Equilíbrio é essencial.

O processo doloroso

Um vídeo de El fluir de los sistemasMarço de 2015


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